Línguas Estrangeiras…. Sim, sim…. E SIM!
- 14 de jun. de 2018
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Estamos numa era em que falar várias línguas é uma mais valia. Se antes era pensado que bastava saber o básico para passar nos testes da escola, nos dias que correm, sabemos que ao entrar na universidade, a probabilidade de ter materiais de estudo em inglês, francês, ou outra língua, é muito elevada. Num momento tão importante para um estudante quanto é a sua profissão futura, é muitas vezes stressante ter que estudar uma determinada matéria para a qual tudo se encontra numa língua estrangeira que não se domina.
E ainda que ir para a universidade não seja o caminho desejado, o contacto com outras línguas é muito importante no desenvolvimento. Vários são os estudos que demonstram que crianças que aprendem uma língua estrangeira lidam melhor com ideias abstratas, são pensadores mais flexíveis e imaginativos.
No Neurónio Completo queremos dotar as nossas crianças, os futuros líderes, de todas as ferramentas possíveis para que se sintam confiantes de que conseguem ir mais longe, de que nada é inalcançável e que uma língua estrangeira não é um bicho de sete cabeças.
Existe alguma curiosidade relativamente ao porquê de termos várias línguas no nosso plano de férias e a justificação é precisamente porque é preciso! Nem todos os pais possuem um orçamento familiar elevado capaz de suportar os custos de escolas de línguas.
O criar de um plano capaz de “plantar” novas línguas, é um plano que os irá dotar de novas formas de interagir, capaz de criar a curiosidade necessária para aprender mais, e mais, e mais!
Aprender uma língua nova pode e deve ser divertido! Deve ser um momento de entusiasmo, onde todos evoluem de acordo com o seu ritmo e ficam espantados com o que foram capazes de alcançar.
Afinal de contas, nós os adultos estamos aqui para quê?
Não será para os apoiar, dizer-lhes 50 vezes que conseguem mesmo quando já tentaram 10 e não conseguiram?
Não será para lhes ensinar tudo aquilo que lhes irá abrir portas e janelas no futuro?
Não será para construir uns alicerces fortes e bem seguros dentro deles para que nem um tornado os derrube?
Nós achamos que sim.


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